FREE WALKING TOUR CAMINHOS DA RESISTÊNCIA

Experiência Nova!
Oferecida por Iara Carol Turismo
Partindo de Salvador, Bahia
Idiomas:🇧🇷🇺🇸🇪🇸
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Free tour

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O que você fará

• FREE WALKING TOUR CAMINHOS DA RESISTÊNCIA Um rolê afro centrado com a duração de duas horas, no Centro Histórico de Salvador (Pelourinho), a cidade mais negra fora da África e coração pulsante da cultura afro-brasileira. Vamos juntos descobrir mais das histórias que atravessam as camadas do tempo, com uma versão da história que poucos conhecem. Centro Cultural da Barroquinha Local de resistência e celebração da cultura afro-brasileira, o Centro Cultural da Barroquinha é o ponto de partida ideal, instalado numa antiga igreja, hoje é espaço de arte, memória e encontros que reverenciam a ancestralidade das mulheres negra, através da criação da irmandade da Nossa Senhora da Boa Morte onde nasce o primeiro terreiro de candomblé do Brasil. A Festa da Boa Morte é uma celebração religiosa e cultural realizada anualmente em Cachoeira, no Recôncavo Baiano, em homenagem à Nossa Senhora da Boa Morte. Organizada por irmandades compostas por mulheres negras, a festa mistura fé católica com tradições afro-brasileiras, refletindo a resistência histórica da população negra contra a escravidão. O evento inclui procissões, missas, danças, cantos, comidas típicas e trajes tradicionais, destacando o papel das irmandades na vida espiritual e social das comunidades afrodescendentes. É uma expressão marcante da identidade e da diversidade cultural brasileira, a festa é Patrimônio Histórico. Depois de Falar do Sagrado, seguimos para o profano, caminhamos pela Praça Castro Alves, Homenagem ao “poeta dos escravos”. Palco dos carnavais de Salvador, com o desfile dos blocos afros, percussivos de afoxés, onde esses blocos atravessam geração resistindo a preconceitos mostrando onde nasce a nossa cultura de carnaval nas ruas. A primeira rua do Brasil, onde o passado colonial se mistura, palco de um bombardeio em 1912 por conta de uma divergência política, o período de embranquecer a raça, a cidade se desenvolve através de construções de estradas, avenidas, novos patrimônios. Chegamos na Praça Municipal, destacamos a Casa de Câmara e Cadeia, aonde vários líderes das principais revoltas ocorridas na cidade, ficaram presos, tendo ao lado a Ladeira Revoltas dos Malês, a maior revolta de escravizados noBrasil. Rua da Misericórdia, aonde nasce o primeiro hospital da cidade, Hospital da Santa casa de Misericórdia uma instituição filantrópica, aonde existia um orfanato e na porta ficava a roda dos enjeitados e excluídos, as mães que não tinham condições de criar seus filhos deixam eles na roda e as freiras acolhiam, hoje um museu que conta essa e muitas outras histórias da época. Memorial das Baianas, conta a história de resistência a força, a garra dessas mulheres detentoras desses saberes culinários, antes da abolição essas mulheres vendiam os seus quitutes e no final do dia, ofertavam o dinheiro para os seus senhores. Após a abolição da escravatura onde essas mulheres não foram retratadas socialmente, elas continuavam nos seus pontos vendendo os seus quitutes e sustentando suas famílias. Nós temos uma cultura muito forte de comida de rua, a principal delas é o acarajé, fazendo uma releitura a comida de orixá. Monumento a Zumbi dos Palmares, homenagem ao líder do Quilombo dos Palmares, símbolo resistência negra o último líder do maior quilombo e do mais resistente da história do Brasil. Sua morte em 20 de novembro de 1695 trezentos anos depois, ficou instituída o Dia da Consciência Negra, a história do quilombo começa com a história de Aquatunes a avó de zumbi. Na Praça Quinze de Novembro, Bar do Cravinho, o espaço nasceu da vontade decompartilhar as infusões alcoólicas que eram consumidas pela família do proprietário por sua família há gerações. Essas bebidas misturam cachaça com ervas, frutas e raízes, como cravo, mel, limão, jatobá e outras, resgatando saberes da ancestralidade negra e indígena, tradicionalmente eles armazenam a bebida em barris de Madeira de carvalho, tudo artesanal. No largo do cruzeiro de São Francisco, Sociedade Protetora dos Desvalidos, a primeira sociedade civil, composta por homens negros no Brasil, eles ajudavam os irmãos a comprarem as suas cartas de Alforria após abolição ajudavam os irmãos a serem inseridos em sociedade, naquela época ele já emprestavam dinheiro a juros, faziam loterias, todo modelo organizacional sérvio com molde para fundação do Banco Caixa Econômica Federal . A entidade ainda existe e continua promovendo ações sociais e culturais voltadas à valorização da população negra e à preservação de sua história. Rua do Maciel de Baixo, atual Rua Gregório de Matos em homenagem ao poeta intitulado como Boca do inferno. Essa era uma região de baixo meretrício até ser revitalizada na década de 90, aonde as famílias que ali moravam em sua grande maioria foram expulsas e outras foram indenizadas mais com os valores tão baixos das indenizações que não dava nem para comprar uma casa descente, o ano passado o governo entregou alguns apartamentos na rua das portas do Carmo, para algumas famílias injustiçadas naquela época como forma de retratação social. Afoxé Filhos de Gandhi, O desejo dos estivadores do porto de Salvador, 1949, antes mesmo do surgimento do trio elétrico, engajado em lutas sociais, eles resolvem homenagear o Mahatma Gandhi o líder indiano que havia sido assassinado um ano antes da fundação do bloco ,eles simbolizam a paz. Trazem a tradição do Afoxé, tirando dos terreiros de candomblé os ritos e trazendo para ruas, hoje está no guines book como maior bloco de afoxé do mundo, na sede é possível visualizar essa mistura do sincretismo religioso tão forte ainda na cidade. Praça Jose de Alencar, escritor que do século de XIX aonde o seu poema de destaque foi Iracema a virgem dos Lábios de Mel, numa trazendo o protagonismo para história de uma indígena, tamanha audácia pra época, essa praça também abrigou o tronco aonde funcionou como punição para os degredados e escravizados da época, o museu da gastronomia aonde está preservada parte da muralha que fazia a defesa e proteção da cidade. Casa de Benin, o museu guarda um grande acervo religioso, político e cultural, da região do Benin na África fazendo esse link com a semelhança em Salvador, o museu foi idealizado pelo fotografo, antropólogo francês Pierre Verger. Em meio a caminhada sempre surgem surpresas, procissões, personalidades, desfiles culturais, sempre somos surpreendidos na caminhada. O nosso tour é sempre com escuta e respeito, venha conhecer a história que nunca te contaram, venha se emocionar nessa caminhada.

2 horas de duração

5 km de caminhada

Ponto de encontro

Praça Castro Alves - Centro, Salvador - BA, 40020-160, Brasil

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Foto de Iara Carol Turismo

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Membro desde agosto de 2026

Olá! Sou Iara Caroline, Bacharel em Turismo e Guia de Turismo, com uma trajetória dedicada a transformar sua vivência em experiências inesquecíveis. Com uma sólida formação acadêmica em Turismo e anos de atuação prática, construí uma carreira pautada na excelência, empatia, ética e profundo conhecimento cultural, com uma equipe apaixonada, para oferecer o melhor, com todo conforto e segurança.